Megan Fox, em entrevista à GQ, Setembro de 2008 (aka a um INEXPLICÁVEL ano e meio de desconhecimento)
"I have no choice but to direct my energies toward the acquisiton of fame and fortune. Frankly, I have no taste for either poverty or honest labor, so writing is the only recourse left for me." Hunter S. Thompson
quarta-feira, 31 de março de 2010
Onde se fala sobre Política, Filosofia e Religião
"I mean, I could see myself in a relationship with a girl. Olivia Wilde is so sexy she makes me want to strangle a mountain ox with my bare hands. She's mesmerizing."
"Humans are savage in nature. No matter how much you try to dress it up. Blake saw society's true face. Chose to be a parody of it. A joke."
"I heard a joke once: Man goes to doctor. Says he's depressed. Says life is harsh and cruel. Says he feels all alone in a threatening world. Doctor says, «Treatment is simple. The great clown Pagliacci is in town tonight. Go see him. That should pick you up.» Man bursts into tears. Says, «But doctor... I am Pagliacci.»"

5 pequenitas razões para ir a correr ver, ou rever, esta coisinha chamada Watchmen, possivelmente a melhor BD da História, e o melhor filme de super-heróis já feito, a par de Dark Knight:
1 - O argumento, que ultrapassa largamente o "isto é absolutamente fenomenal"
2 - O Rorschach, a personagem mais assombrosamente boa que já vi onde quer que fosse
3 - A intro mais brutal de sempre
4 - A banda sonora mais brutal de sempre
5 - A Malin Akerman
1 - O argumento, que ultrapassa largamente o "isto é absolutamente fenomenal"
2 - O Rorschach, a personagem mais assombrosamente boa que já vi onde quer que fosse
3 - A intro mais brutal de sempre
4 - A banda sonora mais brutal de sempre
5 - A Malin Akerman
Um absoluto obrigatório, em tudo o que isso possa representar.
terça-feira, 30 de março de 2010
There and Back Again
"Num buraco do chão vivia um hobbit. Não se tratava de um buraco húmido, sujo e desagradável, cheio de restos de vermes e com um cheiro repugnante, nem tão-pouco de um buraco arenoso, nu e seco, sem nada para uma criatura se sentar ou em que comer: era um buraco de hobbit, e isso significa conforto."

Acho que O Hobbit é um livro obrigatório para qualquer pessoa que goste do universo de O Senhor dos Anéis. Infelizmente, nunca li a trilogia, mas ter chegado a'O Hobbit, agora, representou aquela sensação de podermos beber mais qualquer coisa duma realidade, quando supostamente já deveria ser tarde para isso acontecer. Um pouco como se fosse publicado mais um Harry Potter, ou se se fizesse mais um Star Wars. A diferença é que O Hobbit não é nenhuma surpresa, nem nenhum lançamento. Para quem não sabe, é uma prequela a O Senhor dos Anéis, e foi lançado, por Tolkien, justamente antes da trilogia. Representa as primeiras considerações acerca do universo de homens, anões, elfos e hobbits, de gnomos, lobos e wargs, de águias, aranhas e feiticeiros, criado pelo mestre, e dá, pelo menos a quem já viu muitas vezes a obra de Peter Jackson, aquela sensação egoísta de perceber melhor a Terra Média, do que só quem viu os filmes. São-nos explicadas as ligações entre gnomos e orcs, por exemplo, também entre lobos e wargs, assim como as relações entre águias e feiticeiros, e entre homens, anões e elfos. E Tolkien apresenta-nos os hobbits, claro. De O Senhor dos Anéis, só constam três personagens: Elrond, Gandalf e Bilbo Baggins, o avô de Frodo, que é, aqui, o protagonista, já que esta é a estória da sua apaixonante viagem de juventude pela Terra Média, a mesma que lhe levou às mãos o Anel do Poder (ainda que, por esta altura, Bilbo não tivesse, como, se calhar, nunca teve, noção verdadeira daquilo que possuía).
O livro, em si, é uma espécie de conto infantil, diferente de quase tudo o que costumo ler. Tem, por isso mesmo, uma escrita muito simples e acessível, assente numa espécie de inocência, que abrange as considerações do narrador, e se estende às personagens. É um livro que, muito mais do que reflexivo, ou denso, é recheado de uma cor cativante, perfeitamente tolkieniana, que se espalha pelo Shire e por Rivendell e pela Floresta Tenebrosa e pela Montanha Solitária, de uma maneira pura e despretensiosa. Não é uma obra intensa, e porventura quem não está familiarizado com O Senhor dos Anéis, não a apreenderia como ela merece. É um livro, no fundo, para quem souber dar-lhe o valor.
O livro, em si, é uma espécie de conto infantil, diferente de quase tudo o que costumo ler. Tem, por isso mesmo, uma escrita muito simples e acessível, assente numa espécie de inocência, que abrange as considerações do narrador, e se estende às personagens. É um livro que, muito mais do que reflexivo, ou denso, é recheado de uma cor cativante, perfeitamente tolkieniana, que se espalha pelo Shire e por Rivendell e pela Floresta Tenebrosa e pela Montanha Solitária, de uma maneira pura e despretensiosa. Não é uma obra intensa, e porventura quem não está familiarizado com O Senhor dos Anéis, não a apreenderia como ela merece. É um livro, no fundo, para quem souber dar-lhe o valor.
P.S. - Lembrou-me isto:
Etiquetas:
Contos,
Livros,
Música,
O Senhor dos Anéis
domingo, 28 de março de 2010
"Sometimes, i feel like Diogenes. You know, the guy who walks alone with a lamp looking for an honest man"

Edge of Darkness é um thriller com muito de previsível e pouco de criativo. As linhas gerais (a tradicional conspiração americana, a investigação desesperada ao sistema, etc) são perfeitamente banais, pelo que, quem o for ver, não deverá esperar surpresas de maior. Há uma ou outra, mas de pequena monta, valendo a coisa, sobretudo, pelo repentismo e pela intensidade dalgumas cenas, e, ainda, pela personagem de Ray Winstone que, sem ser central, é, de longe, o seu maior brilho. O filme parece, durante muito tempo, mal editado, com cenas coladas sem grande ligação, ficando por explorar alguns momentos, emocionais sobretudo (na primeira parte do filme, o sofrimento do protagonista é muito mal gerido), para o que também contribuíu um Mel Gibson já distante do fulgor e do carisma dos velhos tempos. O filme também aposta muito num entendimento subliminar, em não explicar coisas para incentivar uma espécie de dedução, mas a confusão é grande, e, ao fim ao cabo, à trechos da acção que não são totalmente compreensíveis, assim como tiradas que não têm ponta por onde se lhe pegue (Gibson diz, depois de cenas com alguma intensidade, coisas como "e aperte o cinto", ou "e diga aos polícias para não mijarem nos arbustos"...).
Este será, ainda assim, um filme com um mínimo de competência, que até segue num certo crescendo, e não acaba de uma maneira totalmente desinteressante (o joker que é a figura de Winstone também contribui para isso). Para quem quer passar um bocado a ver uma mistura de drama e acção, e quer fugir a qualquer coisa densa, serve bem. Só reforço que, além da pouca criatividade, é um filme um bocado desleixado nos acabamentos, que dá a sensação de ter sido feito a despachar.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Em Ética vemos filmes dos anos 50
"Danny Archer: So you think because your intentions are good, they'll spare you, huh?
Benjamin Kapanay: My heart always told me that people are inherently good. My experience suggests otherwise. But what about you, Mr. Archer? In your long career as a journalist, would you say that people are mostly good?
Danny Archer: No. I'd say they're just people.
Benjamin Kapanay: Exactly. It is what they do that makes them good or bad. A moment of love, even in a bad man, can give meaning to a life. None of us knows whose path will lead us to God."
quinta-feira, 25 de março de 2010
Pelo gordito
Não li os programas dos candidatos, não vi os debates, sei pouco sobre as ideias-chaves com que eles se apresentam, e praticamente não ouvi comentários acerca deles, portanto estou como a esmagadora maioria dos gajos que os vão eleger amanhã. Para mim, pois, o Aguiar Branco é só um nobrezinho snob, com ar de quem faz favores, que gostava de liderar o partido enquanto dá jantares para aristocratas na sua mansão do campo. Passos Coelho é o supremo queque que nunca fez um caralho da vida, sem ser queque, ter militado, desde bebé, na vomitável Juventude Social Democrata, ser queque, e achar que a escala natural das coisas, é chegar a chefe do PSD e mandar no país, porque os queques podem. Paulo Rangel, ainda que com a estória das papas maizena e do ser gorducho-porque-a-Ferreira-Leite-achou-de-dizer-para-não-se-votar-pela-aparência, ganhou umas eleições, nunca me pareceu populista, desbocado ou demagogo, e, que me lembre, sempre foi coerente, por exemplo, com aquilo de fazer uma campanha sem comícios avacalhantes. Além de que o maior argumento contra ele, é ter vindo do CDS há pouco tempo (pfffffff, paneleirada dos queques, como é bom de ver). Pois que ganhe o Rangel.
Etiquetas:
Aguiar Branco,
Passos Coelho,
Paulo Rangel,
Política,
PSD
quarta-feira, 24 de março de 2010
No reino da bandalheira
"O Conselho de Justiça reduziu substancialmente as penas a Hulk e Sapunaru. O avançado passa a ser penalizado com três jogos de suspensão. Originalmente, numa decisão tomada a 19 de Fevereiro, a Comissão Disciplinar da Liga tinha penalizado Hulk com quatro meses."
"À parte disto, os 4 meses de suspensão são uma óbvia palhaçada. Toda a gente viu o Hulk ir à cara do segurança, mas os túneis são um tópico sensível, e, a partir do momento em que se sabe que o segurança em causa trabalha há anos para o Benfica e, pior, que teve um comportamento considerado "provocatório", é mau que se arruíne meia época de um jogador, enquanto o clube responsável pela segurança do estádio se fica pelos 1500€ de multa. Mais do que desconsideração pelo espectáculo ou pelos adeptos, ou o facto de ser um precedente complicado, soa a má fé. E isso é que é grave."
Aqui, há um mesito a tal
Nisto tudo, nota para uma demonstração de carácter muito pouco comum: Hermínio Loureiro demitiu-se da presidência da Liga, em solidariedade com a Comissão Disciplinar. Sai com a cara lavada.
Etiquetas:
Futebol,
Hermínio Loureiro,
Hulk,
Liga Sagres,
Porto
Subscrever:
Mensagens (Atom)