terça-feira, 8 de junho de 2010

O Nani não, caralho.

Aka o dia em que esta merda das lesões deixou de ter piada.

sábado, 5 de junho de 2010

Campeões somos nós

Os 23 que vão ao Mundial chamam-se, nomeados pelo Queiroz, "Os Navegadores". Sucedem aos "Tugas" e aos "Viriatos", e andam num autocarro com um slogan da criatividade perturbadora de «Um sonho, uma ambição... Portugal campeão!», que, depois de ir ao piquenique do Modelo, pára, sempre que der, numa bomba da Galp, qual digna representação nacional, para brincar com putas de vuvuzelas. Válha-nos isso. Ao menos, se o Brasil, a Costa do Marfim e o Rooney da Ásia nos comerem, já ficámos todos contentes.

Caguem no Mundial, a este ritmo já não vai haver ninguém para jogar

"John Obi Mikel, médio do Chelsea, é mais uma baixa de peso para o Mundial sul-africano"
via maisfutebol

Essien, Diarra, Ballack, Rio, Camoranesi, Drogba...


edit: "Robben lesiona-se a dar toque de calcanhar. Avançado vai ser reavaliado e não viaja com a equipa", maisfutebol

Olé.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sobretudo, a Scarlett ruiva


Para mim, foi melhor do que o primeiro. Continua a haver uma superficialidade irritante (ainda que na base da figura de Tony Stark esteja o narcisismo e a não existência de uma grande moral subjacente) e uma grande dificuldade em concluir a coisa (mais um clone grande e feio como mauzão, é deprimente), mas, desta vez, o filme foi mais do que Downey Jr. A juntar ao humor, novamente bem feito, a acção teve mais fundo, mais apelo, e apesar do facto do passado vir à baila soar a cliché, é isso que permite um certo salto qualitativo, acima dos tiros e das explosões.

Depois ajudou que, ao Downey Jr., a quem, não me canso de repetir, o papel assenta como uma luva, se tenha juntado um Mickey Rourke muito bom, a trabalhar com qualidade um dos mais tradicionais pontos fracos deste tipo de filmes (no extremo oposto Sam Rockwell (The Green Mile ou Frost/Nixon) que, em Iron Man 2, não foi mais do que uma autêntica caricatura).

Sem ainda ser um must, Iron Man 2 vale a ida ao cinema e, como já disse, representou um aumento de qualidade em relação ao primeiro. Contudo, a estrutura base da acção está completamente gasta e, em 2012, Iron Man 3 só vai resultar se sofrer uma grande reciclagem.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A bold one

De maneira simples, é o seguinte: as probabilidades de Pinto da Costa e o Porto terem sucesso com um rookie 2 vezes num espaço de 6 anos são, no máximo, qualquer coisa de escasso. André Villas Boas chega ao clube no patamar de protegido do Mourinho, mas, valendo a verdade, é alguém a quem, apesar de lhe gabarem a literacia, a bagagem táctica e as boas ideias, chega a um grande com 4 meses de carreira, e um mísero 13º lugar para contar a história. Com menos do que o próprio Mourinho, portanto.

Claro que é Pinto da Costa a escolher, o que costuma ter os resultados que se sabem, e que este é o tipo de aposta que distingue os bons dos visionários, daquelas sem as quais Mourinho talvez não fosse Mourinho ao tempo que o conhecemos.

No entanto, a realidade não deixa de ser crua. Especificamente em relação a Villas Boas, o Porto arrisca mesmo muito desta vez.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mas... mas... ?

Sobre Di María: «Tenho dúvidas de como pode render numa liga como a espanhola ou a italiana. Se me dizem que podemos contratá-lo por um preço acessível, digo que arrisquem e façam-no já. Mas se o preço é desproporcionado então digo que não porque não gosto que os meus clubes paguem preços loucos por jogadores.»

Sobre Coentrão: «É um jogador que se está a destacar muito agora, mas contratá-lo é o mesmo que contratar um Marcelo português. Prefiro um jogador de outro perfil.»

Mourinho, via maisfutebol

quarta-feira, 26 de maio de 2010

João Bartolomeu, o paradigma da elevação no futebol português

"Quanto à equipa, o dirigente afirma que «há alguns jogadores com ordenados em atraso». «Mas os que nos interessam para a próxima época ou que são vendáveis têm tudo em dia»."

João Bartolomeu, presidente da União de Leiria, via maisfutebol