"I have no choice but to direct my energies toward the acquisiton of fame and fortune. Frankly, I have no taste for either poverty or honest labor, so writing is the only recourse left for me." Hunter S. Thompson
domingo, 25 de novembro de 2012
12 Angry Men (1957)
Uma prova sublime de como não existem filmes novos e velhos. Uma grande história é sempre intemporal, e o grande cinema não é mais do que um punhado de grandes histórias que valerão sempre a pena.
1h30 filmada numa única sala. 12 homens sem nome. Um júri reunido para ajuizar um homicídio em primeiro grau da parte de um jovem descendente de imigrantes. Nenhum malabarismo, nenhuma conspiração. Um filme tão puro quanto possível: a câmara brilhante de Sidney Lumet, interpretações vertiginosas (Henry Fonda um ícone, Ed Begley febril, Lee J. Cob electrizante), e um texto perfeitamente genial de Reginald Rose.
O juízo e a honestidade intelectual dos homens, a perversão e a linha fina por onde tem de subsistir o sistema ideal, os preconceitos, as afectações pessoais e o carácter necessário para avaliar o primado da dúvida razoável.
Uma obra-prima.
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sábado, 24 de novembro de 2012
O meu reino por um médio
Há 5 ou 6 equipas na Europa das quais se pode dizer, com certeza, que jogam realmente para ganhar tudo. O United, como é evidente, é uma delas. Com a liderança da Premiership a um fio, e o grupo da Champions ganho, a época está a correr bem, e o ataque, não só tem deslumbrado, como tem ganho, muitas vezes por si só, jogos atrás de jogos.
Apesar disto, há uma coisa que tem de perturbar todos quantos vêem os jogos da equipa de Ferguson: a pobreza inacreditável do seu meio-campo, que tem sido mais ou menos negligenciado a nível de reforços ao longo dos últimos anos. Esta época até poderia ser diferente, já que Kagawa foi resgatado ao Borussia por 25 milhões. Infelizmente para o Manchester, o talentoso japonês, que até começou muito bem a época, teve uma lesão complicada, e voltou a escancarar a vulnerabilidade do sector. Old Scholes e Magic Ryan, realisticamente, já só são jogadores de balneário. Carrick é um trinco de parcas ideias, Fletcher não tem talento que chegue, Cleverley continua a ser um ponto de interrogação, e Anderson é um case study perturbador, de um criativo genial que se tornou num operário mais ou menos inexpressivo.
Os 7 avançados de luxo têm dado para quase todas as encomendas, mas, ao ver o Manchester jogar, chega a ser agonizante a falta de rasgo na cabeça da área. Diria mesmo que, qualquer médio titular, de qualquer uma das melhores equipas europeias, jogaria de caras no meio-campo de Ferguson. Com Ozil, Modric, Yaya, Silva, Óscar, Hazzard, Bastian, Kroos, Goetze, ou com uma perna de qualquer médio do Barça, é possível que o United fosse totalista de pontos na Premier League. Em Janeiro, não pode haver nada na mente de Ferguson que não o reforço sério do sector porque, mesmo que o seu ataque continue a desafiar quase todas as leis, dificilmente se ganham títulos sendo rudimentar a criar jogo nas costas dos avançados.
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In the Name of the Father (1993)
Verdadeiramente brilhante.
Daniel Day-Lewis, então com 35 anos, e já depois do primeiro Óscar, é avassalador, na sua encarnação de personagem própria de um artista plástico, camaleónico, poderoso e emocional. Acompanham-no, à altura, um Pete Postlethwaite de extrema grandeza e empatia (faleceu no ano passado), e uma Emma Thompson com engenho e carisma, também no início dos 30.
A realização de Jim Sheridan é genuína e inteligente, capaz de concretizar cenas de um nível altíssimo quando elas se proporcionam, e a banda sonora evidencia-se, com excelente música de época e com o magnífico single "You Made Me the Thief of Your Heart", cantado por Sinead O'Connor e escrito por Bono, e que foi nomeado para o Globo de Ouro de melhor Música Original.
Finalmente, a adaptação de argumento da história verídica de 4 norte-irlandeses erradamente condenados por um atentado à bomba em Londres, em 1974, no pico do separatismo que opunha a Irlanda do Norte à Inglaterra, é genial. Terry George (que escreveria depois Hotel Ruanda) e o realizador Jim Sheridan fazem do livro de Gerry Conlon (personagem de Day-Lewis) um texto perfeito para o ecrã, com classe e consistência a reproduzir a cadeia de acontecimentos, com uma aposta bem medida nos momentos certos, e com uma pessoalidade e uma densidade nas personagens absolutamente fantástica, que faz de um evento histórico, igualmente uma história comovente sobre paternidade, e sobre a descoberta de si próprio, de um lugar no mundo e daquilo em que se acredita.
In the Name of the Father foi nomeado para 7 Óscares (Filme, Realizador, Actor Principal, Secundário, Secundária, Argumento Adaptado e Edição), e, mesmo não tendo ganho nenhum, é um indiscutível must-see.
Daniel Day-Lewis, então com 35 anos, e já depois do primeiro Óscar, é avassalador, na sua encarnação de personagem própria de um artista plástico, camaleónico, poderoso e emocional. Acompanham-no, à altura, um Pete Postlethwaite de extrema grandeza e empatia (faleceu no ano passado), e uma Emma Thompson com engenho e carisma, também no início dos 30.
A realização de Jim Sheridan é genuína e inteligente, capaz de concretizar cenas de um nível altíssimo quando elas se proporcionam, e a banda sonora evidencia-se, com excelente música de época e com o magnífico single "You Made Me the Thief of Your Heart", cantado por Sinead O'Connor e escrito por Bono, e que foi nomeado para o Globo de Ouro de melhor Música Original.
Finalmente, a adaptação de argumento da história verídica de 4 norte-irlandeses erradamente condenados por um atentado à bomba em Londres, em 1974, no pico do separatismo que opunha a Irlanda do Norte à Inglaterra, é genial. Terry George (que escreveria depois Hotel Ruanda) e o realizador Jim Sheridan fazem do livro de Gerry Conlon (personagem de Day-Lewis) um texto perfeito para o ecrã, com classe e consistência a reproduzir a cadeia de acontecimentos, com uma aposta bem medida nos momentos certos, e com uma pessoalidade e uma densidade nas personagens absolutamente fantástica, que faz de um evento histórico, igualmente uma história comovente sobre paternidade, e sobre a descoberta de si próprio, de um lugar no mundo e daquilo em que se acredita.
In the Name of the Father foi nomeado para 7 Óscares (Filme, Realizador, Actor Principal, Secundário, Secundária, Argumento Adaptado e Edição), e, mesmo não tendo ganho nenhum, é um indiscutível must-see.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Um Obama branco
"Todos sabem que o silêncio do Presidente da República é de ouro, hoje a cotação do ouro foi 1730 dólares por onça, uma onça são 31 gramas, mais 1,7% do que a cotação do ouro naquele dia de setembro em que a generalidade dos portugueses ficou a saber o significado da conjugação de três letras do alfabeto português: "tê, ésse, u" (TSU)"
Excerto do stand-up de Cavaco, ontem à noite
Heróis do mar, ainda há esperança! O desemprego sobe, os salários baixam, vão-se os subsídios, aumenta o IRS, o IVA e o ar na rua, os jovens emigram, a troika puxa-nos a trela, temos greves todos os dias e estamos quase a incendiar a Assembleia. Mas afinal há esperança, nação valente. Não que já não soubéssemos todos que, ao menos, temos o privilégio de ser liderados por um estadista nestes tempos amargos. Deus dá as piores batalhas aos seus melhores soldados, e a nós, reencarnou-nos o Afonso Henriques, deu-nos um John Connor do futuro para velar por nós, pôs-nos no Palácio o segundo líder mais carismático do Ocidente, e segundo se não estiver num dia bom, o Obama que se amanhe.
Ontem, estava num dia bom, graças a deus. O povo até amanheceu mais contente, o dia até pareceu mais bonito na rua. O Cavaco não falou, nobre povo!, o Cavaco fez piadas num jantar. Foda-se, é que já nem tristeza, nem frustração, nem falta de dinheiro deveis sentir! Muito menos fome, nação imortal, ou não soubéssemos que o nosso Grande Líder passa ele próprio as passas do Algarve, e ontem fez de luz da nossa vida só com uma côdea de pão bolorento no estômago, ou provavelmente nem isso.
Na Grécia, o Presidente Papoulias (83 anos) disse isto há um par de meses: "Não aceito insultos ao meu país feitos pelo senhor Schäuble. Não aceito isso como grego. Quem é o senhor Schäuble para ridicularizar a Grécia? Quem são os holandeses? Quem são os finlandeses? Teremos sempre orgulho em defender não apenas a nossa liberdade, não apenas a liberdade do nosso país, mas a liberdade de toda a Europa." Que exibicionista barato. Nada que se compare à dignidade do beato Cavaco, que, nesse mesmo dia, estava custosamente de pijama, debaixo dos cobertores, a tentar congeminar uma boa piada ou duas, só para nos aliviar a dor assim que possível, ou seja, daí a uns 6 meses, quando saísse da Alegoria da Caverna em que vive.
O Conquistador fez de nós um país, o Rei-Poeta lançou-nos as bases modernas, o Príncipe Perfeito fez de nós a potência global. Daqui a 100 anos lembrar-se-ão do Obama branco, do Presidente que, conta a lenda, vivia numa torre como a Rapunzel, e tinha feito um voto de silêncio como a Irmã Lúcia, mas que, quando se dirigia a um país em agonia com a segunda maior crise económica do século, país cuja única certeza era que não podia contar com ele para nada, ainda era patriarca para consolar os conterrâneos, com nada menos do que umas piadas pseudo-paliativas sobre o seu impensável e insuportável vazio político.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
O que ganhámos
A um quarto-de-hora do fim, a minha frustração era que ninguém estivesse a ver. Que ninguém fosse ver, que ninguém ouvisse falar. Estávamos a jogar no mítico St. James Park, estádio de um dos históricos ingleses, com mais propriedade do que se estivéssemos a treinar na nossa própria casa. Confiança, moral, alegria de jogar, de tocar a bola, capacidade para olhar o adversário de frente, ir para cima, tentar a sorte, tentar ser feliz, tentar não ir embora sem deixar no campo, no maior dos palcos, o quanto merecíamos estar ali. Que jogão estava a fazer o Marítimo. Com muito mais posse de bola, muito mais remates, infinitamente mais atitude. 6 milhões de euros para nós, 90 para eles. O Krul, o Coloccini, o Ben Arfa, o Cissé, o Ba do outro lado. Uma brutalidade. E nós a sermos aquilo tudo, e a perdermos pela única infelicidade de ataque deles.
Amanhã teria sido só mais uma derrota. Desta vez, porém, fechámos a cara e fizemos o que tínhamos e o que não tínhamos para este não ser só mais um jogo sem história. Não ganhámos, estamos fora, não vamos abrir telejornais. Mas o golo do Fidélis vai recordar este Marítimo com o respeito que merece, vai emprestar a admiração devida às crónicas, e vai fazer com que aquela gente se lembre que, numa noite fria da Liga Europa, houve uns tipos sem dinheiro mas com um coração do tamanho do mundo, a quem o grande Newcastle não chegou a conseguir ganhar.
Hoje acabou o sonho. 0 vitórias, 2 golos marcados, não há muitos milagres no futebol. Talvez acabemos em último do grupo. De certeza é que valia a pena fazer tudo outra vez. E, com um nó na garganta, enquanto ouvia a nossa gente a gritar Marítimo no silêncio da Premier League, só pensava que quem me dera ter estado hoje no St. James Park, a honrar mais um agigantamento deste tremendo grupo de jogadores. Perdemos a aventura nos resultados, mas ganhámos uma infinidade nos campos. Mostrámos ao Brugges e ao Bordéus e ao Newcastle que, mesmo que o orçamento 10 e 15 vezes inferior não nos faça ganhar no fim, até lá, podemos ganhar seja a quem for. A prova de dignidade e de grandeza não se paga, e é a razão porque, de uma ilha pequenina do Atlântico para o mundo, qualquer um de nós sabe o orgulho que é poder dizer que somos do Marítimo.
Hoje não ganhámos nada, mas, enquanto escrevíamos mais um dos dias para explicar o que é o verde e o vermelho, começámos a ganhar o que pode ser o Marítimo do futuro. Saímos disto melhores, e saímos com a certeza de que é uma obrigação voltar ao lugar onde merecemos estar.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mancini ainda acreditou no Pai Natal
O Campeão Europeu decidiu estrear ontem uma equipa com 5 defesas, perdeu feio, ficou com um pé fora da Champions e perdeu o treinador esta manhã. Mancini deve ter achado piada porque, hoje, na iminência do seu City, a equipa mais cara do mundo, falhar a Liga dos Campeões rotundamente pelo segundo ano seguido, também ele achou que receber o Madrid com 5 defesas era uma ideia de valor.
Na primeira meia-hora, o Real deu um festival que podia ter rendido 5 golos, e garantido a Mancini o mesmo destino do conterrâneo Di Matteo. Depois de Benzema, Nastasic salvou em cima da linha, Khedira picou a relva em vez da bola, ninguém conseguiu aproveitar o incêndio de Ronaldo na ala esquerda, ao som dos seus tão queridos assobios, e o Real perdoou. O italiano teve, então, a epifania de voltar a jogar com 4 defesas, fazer entrar um trinco e regressar ao esquema habitual.
O Real moderou-se e o City cresceu, mas nunca o suficiente, até que Arbeloa fez um penalty e foi expulso. Com um quarto de hora para jogar em superioridade (e as pontas finais são uma especialidade citizen), Mancini deve ter sentido que talvez o seu Natal tivesse chegado mais cedo. Não chegou. O City não merecia ter perdido no Bernabéu, mas hoje podia ter sido trucidado. A estrelinha que então faltou a Mancini, teve-a hoje, e mesmo assim o City não foi bom o suficiente.
Individualmente, Xabi Alonso fez uma monstruosidade de jogo. Um metrónomo em todos os momentos, brutalmente inteligente a compassar a equipa, capaz de entregar qualquer bola no pé a 50 metros, mesmo que tivesse uma floresta à frente. O seu jogo nos 15 minutos de inferioridade do Real foi um tratado. O primeiro regresso de Ronaldo a Manchester não passará a História, mas foi ele quem encheu o campo, quer a deslumbrar na primeira meia-hora, quer a chegar sozinho para a defesa do City, quando foi preciso. Ridícula a forma como só lhe marcaram 1 de cada 2 faltas que sofreu. Finalmente, no City, foi Silva quem carregou toda a ilusão. Começou mal a época, andou lesionado, mas está a regressar ao nível prodigioso do ano passado. A forma como solta a bola no último terço é coisa de outro mundo, que faz da equipa, não raras vezes, bem mais capaz do que é.
Pelo segundo ano seguido, o City volta a ser um desastre europeu. Desta vez, o agora campeão inglês nem foi capaz de esperar pela última jornada para fazer as malas, e precisou da graça de mais um passeio do Borussia em Amesterdão, para não perder até a vaga na Liga Europa. No cargo, Mancini é, de vez, o dead man walking que sempre pareceu. Resta saber se ainda é capaz de fazer um campeonato tão extraordinário que o aguente até ao Verão.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Não se vai a Turim tentar enganar uma Velha Senhora
Grande exibição do Campeão Italiano, a lembrar as velhas grandes noites europeias de que andava arredado há anos demais. Extrema personalidade, segurança de si, uma ideia de jogo atractiva, grandes intérpretes e a sua proverbial cultura de vitória. Tudo junto, rendeu um 3-0 redondo, que só peca por escasso, e que nunca esteve em causa.
O Chelsea foi a Turim reinventar a roda. Sabendo que o empate deixava a equipa em condições favoráveis, Di Matteo acreditou que um esquema estranho de 5 defesas e sem ponta-de-lança, podia ser suficiente para trancar a única grande equipa europeia que joga sempre com 3 defesas. Quando ainda se andava pelo jogo de pantufas, uma jogada genial de Óscar até podia ter mudado a história, mas Cech só conseguiu parar as duas primeiras bolas bianconeri com selo de golo. Assim que Quagliarella fez o 1-0, os londrinos foram varridos do mapa, e arrastaram-se envergonhados pelas dezenas de minutos que se seguiram. A imagem simbólica acontece à passagem da hora de jogo: Di Matteo mexe na equipa pela primeira vez, tira um defesa, mas recusa fazer entrar o seu único ponta-de-lança. No minuto seguinte, Vidal matou o que havia para matar.
No seu elegante 3-5-2, que lhe valeu um campeonato sem derrotas no ano passado, e que colocou 6 titulares na Itália vice-campeã da Europa, a Juve chega a ser senhorial. Ainda não tinha sido nesta Champions, complicou até a vida com um empate incompreensível na Dinamarca, mas hoje deixou tudo claro. Gigi Buffon, já com 34 anos, continua a ser tão monumental como sempre. Barzagli e, sobretudo, Chiellini e Bonucci são centrais do nível da imortal escola italiana. No ataque, são muitas e boas as soluções: Quagliarella, Giovinco e Matri, mais o joker Vucinic, têm todos golos nas botas, educados por uma vida no contra-relógio do Calcio.
É no miolo, no entanto, que irradia o génio da equipa. A jogar mais de trás, Pirlo controla, com a sua batuta invisível na mão, todo e qualquer pensamento da equipa. O que acontece do meio-campo para a frente, foi ele que concebeu 5 segundos antes. L'Architetto continua tão bom como sempre, e é razão mais do que suficiente para se desejar toda a fortuna a esta Juve. Com uma facilidade natural para aparecer na área, surgem, à sua frente, Marchisio e Vidal. O italiano mais técnico, o mais avançado dos três, Vidal mais explosivo, a fazer tudo rápido na sua passada larga, ambos com golos generosos, sempre bem compensados pela disponibilidade física dos alas.
Na última jornada deste segundo grupo da morte, um empate em Donetsk apura a Juve, e o Shakhtar em primeiro, desterrando o Campeão Europeu para a Liga Europa. Continua a poder cair para qualquer um, mas Di Matteo devia ter sabido melhor. Quem se recusa a jogar, escreve quase sempre a sua própria sorte.
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